27 julho 2011

LV-1-CAPÍTULO 06

 CAPÍTULO 6

Das afeições desordenadas

1. Todas as vezes que o homem deseja alguma coisa desordenadamente, torna-se logo inquieto. 

LV-1-CAPÍTULO 07

 CAPÍTULO 7

Como se deve fugir à vã esperança e presunção

1. Insensato é quem põe sua esperança nos homens ou nas criaturas.

LV-1-CAPÍTULO 08

 CAPÍTULO 8 Como se deve evitar a excessiva familiaridade


1. Não abras teu coração a qualquer homem (Eclo 8,22); mas trata de teus negócios com o sábio e temente a Deus.

LV-1-CAPÍTULO 09

 CAPÍTULO 9

Da obediência e submissão

1. Grande coisa é viver na obediência, sob a direção de um superior, e não dispor da própria vontade. 

LV-1-CAPÍTULO 10

 CAPÍTULO 10

Como se devem evitar as conversas supérfluas

1. Evita, quanto puderes, o bulício dos homens, porque muito nos perturbam os negócios mundanos ainda quando tratados com reta intenção; pois bem depressa somos manchados e cativos da vaidade. 

LV-1-CAPÍTULO 11

 CAPÍTULO 11



Da paz e do zelo em aproveitar

1. Muita paz podíamos gozar, se não nos quiséssemos ocupar com os ditos e fatos alheios que não pertencem ao nosso cuidado. 

LV-1-CAPÍTULO 12

 CAPÍTULO 12

Da utilidade das adversidades

1. Bom é passarmos algumas vezes por aflições e contrariedades, porque frequentemente fazem o homem refletir, lembrando-lhe que vive no desterro e, portanto, não deve pôr sua esperança em coisas alguma do mundo. 

LV-1-CAPÍTULO 13

 CAPÍTULO 13

Como se há de resistir às tentações

1. Enquanto vivemos neste mundo, não podemos estar sem trabalhos e tentações. 

LV-1-CAPÍTULO 14

 CAPÍTULO 14

Como se deve evitar o juízo temerário

1. Relanceia sobre ti o olhar e guarda-te de julgar as ações alheias.

LV-1-CAPÍTULO 15

 CAPÍTULO 15

Das obras feitas com caridade

1. Por nenhuma coisa do mundo, nem por amor de pessoa alguma, se deve praticar qualquer mal; mas, em prol de algum necessitado, pode-se, às vezes, omitir uma boa obra, ou trocá-la por outra melhor. 

LV-1-CAPÍTULO 16

 CAPÍTULO 16

Do sofrer os defeitos dos outros

1. Aquilo que o homem não pode emendar em si mesmo ou nos demais, deve-o tolerar com paciência, até que Deus disponha de outro modo.

LV-1-CAPÍTULO 17

 CAPITULO 17

Da vida monástica

1. Aprende a abnegar-te em muitas coisas, se queres ter paz e concórdia com os outros.

LV-1-CAPÍTULO 18

 CAPÍTULO 18

Dos exemplos dos Santos Padres

1. Contempla os salutares exemplos dos Santos Padres, nos quais brilhou a verdadeira perfeição religiosa, e verás quão pouco ou quase nada é o que fazemos. 

LV-1-CAPÍTULO 19

 CAPÍTULO 19

Dos exercícios do bom religioso

1. A vida do bom religioso deve ser ornada de todas as virtudes, para que corresponda o interior ao que por fora veem os homens; e com razão, ainda mais perfeito deve ser no interior do que por fora parece, pois lá penetra o olhar perscrutador de Deus, a quem devemos suma reverência, em qualquer lugar onde estivermos, e em cuja presença devemos andar com pureza Angélica. 

LV-1-CAPÍTULO 20

 CAPÍTULO 20

Do amor à solidão e ao silêncio

1. Procura tempo oportuno para cuidar de ti e relembra a miúdo os benefícios de Deus. 

LV-1-CAPÍTULO 21

 CAPÍTULO 21

Da compunção do coração

1. Se queres fazer algum progresso, conserva-te no temor de Deus e não busques demasiada liberdade; refreia, antes, todos os teus sentidos com a disciplina e não te entregues à vã alegria. 

LV-1-CAPÍTULO 22

 CAPÍTULO 22

Da consideração da miséria humana

1. Miserável serás, onde quer que estejas e para onde quer que te voltes, se não te voltares para Deus. 

LV-1-CAPÍTULO 23

 CAPÍTULO 23 Da meditação da morte


1. Mui depressa chegará teu fim neste mundo; vê, pois, como te preparas: hoje está vivo o homem, e amanhã já não existe. 

LV-1-CAPÍTULO 24

 CAPÍTULO 24

Do juízo e das penas dos pecadores

1. Em todas as coisas olha o fim, e de que sorte estarás diante do severo Juiz a quem nada é oculto, que não se deixa aplacar com dádivas, nem aceita desculpas, mas que julgará segundo a justiça.

LV-1-CAPÍTULO 25

 CAPÍTULO 25

Da diligente emenda de toda a nossa vida

1. Sê vigilante e diligente no serviço de Deus, e pergunta-te a miúdo: a que vieste, para que deixaste o mundo?